Conab completa 34 anos renovada e valorizada sob o governo Lula após período de sucateamento.

Conab completa 34 anos renovada e valorizada sob o governo Lula após período de sucateamento.

Contribuição do corpo funcional foi fundamental para a ressurgência da Companhia Nacional de Abastecimento.

No cenário agrícola brasileiro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) figura como uma peça-chave para a segurança alimentar e o desenvolvimento do setor. No entanto, nos últimos seis anos, a empresa enfrentou um período desafiador de sucateamento que ameaçou sua capacidade de cumprir sua missão. Agora, após esse período sombrio, a Conab celebra 34 anos renovada e valorizada, graças a um esforço conjunto, especialmente do governo Lula, que reconheceu sua importância e promoveu sua revitalização.

Durante os anos de desinvestimento, a Conab passou por dificuldades significativas, refletidas em sua infraestrutura defasada, recursos limitados e uma série de desafios operacionais. No entanto, a resiliência e a dedicação do corpo funcional foram primordiais para sua permanência e para iniciar o processo de recuperação.
Agora, sob a gestão do governo Lula, a Conab testemunha um renascimento. Investimentos foram realizados para modernizar suas instalações, ampliar sua capacidade operacional e fortalecer sua infraestrutura tecnológica. Essa revitalização não apenas assegura a continuidade das operações da Conab, mas também a capacita para enfrentar os desafios futuros e cumprir sua missão com eficiência.
O reconhecimento da importância da Conab como uma instituição vital para o abastecimento alimentar e o desenvolvimento agrícola do Brasil foi evidenciado pela segunda vez pelo governo Lula, que demonstrou um compromisso sólido com sua valorização e fortalecimento.
No entanto, além dos investimentos financeiros e das políticas governamentais, é crucial destacar o papel essencial desempenhado pelo corpo funcional da Conab. Os funcionários da empresa enfrentaram os desafios do sucateamento com determinação e profissionalismo, garantindo a continuidade das operações mesmo em condições adversas. Sua expertise e dedicação foram fundamentais para sustentar Conab durante os tempos difíceis e agora são essenciais para impulsionar sua jornada de renovação e crescimento.

Diretoria da Asnab – Bahia

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Conab estabelece novos preços mínimos para café e laranja da safra 2024/25

Conab estabelece novos preços mínimos para café e laranja da safra 2024/25

São Paulo, 4 – Os preços mínimos para laranja in natura, café arábica e café conilon da safra 2024/2025 foram atualizados, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As novas cotações mínimas para o café têm vigência de abril deste ano até março de 2025, enquanto para a fruta a validade é de julho de 2024 a junho de 2025. Os novos valores foram publicados nesta quarta-feira (3), no Diário Oficial da União (DOU).

Com relação aos preços mínimos do café arábica, para a safra 2024/2025, o valor ficou definido em R$ 637,91 por saca de 60 quilos, o que representa uma redução de 6,76% em relação à temporada anterior. Já para o conilon o valor definido é de R$ 423,08 por saca de 60 quilos, uma queda de 8,03%. “Um importante fator para o cálculo da proposta de preço mínimo continua sendo o custo de produção. De acordo com os levantamentos da Companhia, a queda é explicada pelos menores custos verificados para aquisição de fertilizantes, entre outros itens”, informou a Conab.

As pesquisas para apuração dos custos de produção do café arábica foram realizadas por técnicos da Conab em dez municípios distribuídos nos seguintes Estados: Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Bahia e Goiás. No conilon os técnicos da Companhia observaram os modais utilizados em sete praças de produção localizadas no Espírito Santo, na Bahia e em Rondônia.

No caso da laranja, o novo preço mínimo estabelecido apresenta uma alta de 4,89% quando comparado à safra de 2023/24. O valor definido para o Rio Grande do Sul passa de R$ 20,53 a caixa de 40,8 kg para R$ 21,53, enquanto no restante do País o novo preço para a caixa de 40,8 quilos é de R$ 23,83. Também foram levadas em conta as variáveis dos custos de produção, utilizando como parâmetros os painéis realizados nos Estados de São Paulo, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e da Bahia.

O preço mínimo é fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de acordo com a proposta enviada pela Conab ao Ministério da Agricultura e Pecuária. Os preços serão utilizados como referência nas operações ligadas à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), para garantir uma remuneração mínima aos produtores rurais.

Fonte: Agro Estadão

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Embrapa leva pilares da produção sustentável de soja à ExpoLondrina

Embrapa leva pilares da produção sustentável de soja à ExpoLondrina

A Embrapa Soja irá participar da ExpoLondrina 2024, promovida pela Sociedade Rural do Paraná, no Parque de Exposições Governador Ney Braga, de 05 a 14 de abril, em Londrina (PR), apresentando, no estande institucional, algumas tecnologias que compõem a produção sustentável da cultura da soja, com ênfase em bioinsumos, variabilidade genética e Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC-SOJA).

Além disso, a Embrapa Soja, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), promoverá o painel Produção Sustentável de Soja no Paraná, no dia 11 de abril, às 14h, no Pavilhão SmartAgro. As inscrições antecipadas podem ser feitas aqui.

Bioinsumos, ZARC e sementes
Para atender aos desafios crescentes relacionados à utilização de bioinsumos, a Embrapa Soja investe em pesquisas para aumentar a participação de insumos biológicos no controle de insetos-praga, doenças e na promoção do crescimento de plantas. Segundo a pesquisadora Mariangela Hungria, o Brasil é líder mundial no uso de bioinsumos classificados como inoculantes, que substituem total ou parcialmente os fertilizantes químicos nitrogenados. “Só na cultura da soja, são mais de 25 bilhões de dólares economizados anualmente pelo uso de inoculantes com bactérias fixadoras de nitrogênio”, relata a pesquisadora.

A partir de 2023, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para a cultura da soja passou a adotar parâmetros mais abrangentes quanto à caracterização de classes de água disponível no solo. De acordo com o pesquisador José Renato Bouças Farias, desde 1996, o ZARC SOJA vinha utilizando uma classificação com três tipos de solo, estabelecidos basicamente pelo teor de argila, para estimar a água disponível. A partir de 2023, a nova metodologia passou a adotar seis classes de água disponível (AD), definidas com base na composição textural dos solos ( silte, areia e argila). A estimativa passou a ser customizada para o solo de cada área de produção.

“Essas mudanças no ZARC ampliam o escopo de avaliação da realidade dos sistemas produtivos brasileiros, melhor expressando os riscos associados à produção de soja”, explica Farias. “Nosso objetivo é minimizar os riscos e possibilitar maior estabilidade da produção e de renda para o sojicultor, o que é estratégico para a manutenção da capacidade produtiva brasileira”, explica o pesquisador.

A Embrapa Soja é curadora de uma das maiores coleções de soja do mundo: são 65 mil tipos de soja. Essa coleção fica armazenada no Banco Ativo de Germoplasma (BAG), na Embrapa Soja, com o intuito de preservar a variabilidade genética do grão. A manutenção do BAG é fundamental para apoiar os programas de melhoramento genético no desenvolvimento de novas cultivares de soja, mais produtivas, com mais sanidade e características agronômicas de interesse. Parte dessa coleção estará sendo demonstrada pela Embrapa Soja, durante a ExpoLondrina.

Lebna Landgraf (MTb 2903/PR)
Embrapa Soja

Fonte: Embrapa

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Governo autoriza renegociação de dívidas de produtores rurais que vencem este ano

Governo autoriza renegociação de dívidas de produtores rurais que vencem este ano

O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou instituições financeiras a renegociarem até 100% das parcelas que vencem este ano de operações de crédito rural de investimento relacionadas à produção de soja, milho e bovinocultura em 17 estados.

A medida pode ser tomada a critério dos bancos para produtores familiares e empresariais que tenham sido prejudicados por adversidades climáticas ou dificuldades de comercialização. Ela vale para operações contratadas com recursos controlados ao amparo dos programas de investimento rural do BNDES, assim como linhas dos fundos constitucionais.

Em nota, o CMN argumentou que a medida foi necessária porque o clima nas principais regiões produtoras afetou negativamente algumas lavouras na safra 2023/24, principalmente de soja e milho, reduzindo a produtividade.

O conselho, formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do Banco Central, também citou dificuldades relacionadas à queda dos preços de soja, do milho, da carne e do leite em algumas federações.

O CMN informou que, caso todas as parcelas enquadradas nos critérios da resolução sejam prorrogadas, o custo será de R$ 3,2 bilhões, distribuído de 2024 a 2030, valor que será descontado dos recursos a serem destinados à equalização de taxas do plano safra 2024/25.

Isabel Versiani

Fonte: Visão Agro

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Financiamento para custeio cresceu 15% neste Plano Safra, diz Sicredi

Financiamento para custeio cresceu 15% neste Plano Safra, diz Sicredi

Dos R$ 60 bi disponibilizados pela instituição no atual Plano Safra, R$ 34,5 bi já foram acessados

O volume de dinheiro contratado por agricultores para custeio e investimento que acessaram o Plano Safra 23/24 por meio da instituição financeira Sicredi cresceu em relação ao ciclo anterior. De julho do ano passado até janeiro deste ano, foram disponibilizados R$ 34,5 bilhões, ou seja 11% a mais.

O custeio foi o principal objetivo dos produtores rurais. Do total de 211 mil operações realizadas, 138 mil tiveram essa finalidade. Até o momento, foram liberados R$ 18,6 bilhões, o que representa um valor 15% maior.

As operações realizadas via Programa de Apoio aoMédio Produtor Rural (Pronamp) somaram R$ 8,5 bi (+27%). Já via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) foram liberados R$ 8,1 bi; enquanto os recursos liberados por meio de Cédula de Produto Rural (CPR), chegaram a R$ 7,6 bi.

O dinheiro acessado via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou em 50% em relação ao mesmo período da safra passada. O volume total chega a R$ 5,1 bi.

“O Sicredi é a segunda maior instituição financeira do Brasil em carteira agro e nossa busca é oferecer condições justas para os produtores, pois temos interesse genuíno no fomento do agronegócio” afirma, em nota, Thiago Rossoni, superintendente de Agronegócio do Sicredi.

Sicredi ainda tem R$ 25,5 bi disponíveis para financiamento
O valor total oferecido pelo Sicredi neste Plano Safra chega a R$ 60 bilhões. O número é 16% maior em relação ao ano-safra anterior. A instituição prevê ao todo 375 mil operações, já que ainda há recurso disponível.

Fonte: Visão Agro

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